O passado vive encontrando o presente.
Vestindo roupas distintas em labirintos mais ousados e oitavados eles vivem cenas parecidas que sugerem que percebam que a vida flui em ciclos espiralados.
Muitas vezes mal se reconhecem, mas é certo que de tempos em tempos se esbarram.
Vestindo roupas distintas em labirintos mais ousados e oitavados eles vivem cenas parecidas que sugerem que percebam que a vida flui em ciclos espiralados.
Muitas vezes mal se reconhecem, mas é certo que de tempos em tempos se esbarram.
Seria o futuro apenas um passado modernizado? Será que não
temos como escapar da roda prisional de situações sempre semelhantes; de
personagens desempenhando papéis similares em nossos dramas pessoais?
Será que aquele
desafio superado em algum dado momento de nossa escala evolutiva não estará
mais uma vez diante de nós vestido apenas de acordo com a época, espaço e
tempo?
Se assim for, já vimos tudo que tínhamos para ver.
Se assim for, para saber o fim bastaria olhar para o começo.
E para saber a causa (passado) bastaria olhar para o efeito (presente).

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