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A máscara social e as neuroses
Desde a mais tenra infância fomos
ensinados a adotarmos certas posturas e evitarmos determinado tipo de
comportamento. Ouvimos um bocado de "nãos" repreendendo nossos
sentimentos e nossa espontaneidade:
"Você não pode dizer isso".
"Não pode sair vestido dessa maneira".
"Não pode gargalhar alto, é falta de educação".
"Não pode ser assim".
Ouvimos tantas frases desse tipo que acabamos por acreditar que não éramos bons o suficiente e que tínhamos que nos adequar a determinado padrão comportamental para corresponder às expectativas sociais.
Tudo começa com a família. É lá que é formada a base de nossa personalidade, é lá que começamos a costurar nossas máscaras. O pai e a mãe, ou as figuras parentais, são para as crianças como heróis, modelos a serem seguidos, ou temidos, a depender do tipo de criação. Os pais passam a ser nossa referência por boa parte da vida, quando não a vida inteira, se não houver uma conscientização, e são eles na maioria dos casos os semeadores destas sementes neuróticas na vida dos indivíduos. Depois o quadro se amplia e acabamos, inconscientemente, colocando outras figuras ali: o marido, a esposa, os filhos, o emprego, o círculo social, a sociedade...
Quando nos damos conta, a neurose já se instalou. Ficamos esgotados por termos que cumprir com tantas exigências e expectativas pois precisamos o tempo todo controlar nossas emoções e reais intenções para não decepcionarmos e criarmos desconforto para estas figuras que tanto tentamos impressionar ao longo de nossas vidas. Este tipo de padrão repetitivo faz com que nos afastemos cada vez mais de nós mesmos e muitas vezes percamos a referência de quem realmente somos.
Os consultórios de terapia, psicologia e psiquiatria estão cada vez mais cheios. Pessoas dos mais diferentes padrões sociais, econômicos e étnicos estão se tornando neuróticas. O índice de pessoas com depressão, síndrome do pânico, ansiedade e estresse sobe a cada dia. A escada das neuroses segue em ritmo ascendente e assustador.
Viver em função da máscara está deixando a humanidade doente. É como se fosse um vírus com alta capacidade de resistência, um vírus daqueles que fica incubado por longo período e quando finalmente se manifesta provoca uma reação avassaladora para o sistema imunológico.
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"Você não pode dizer isso".
"Não pode sair vestido dessa maneira".
"Não pode gargalhar alto, é falta de educação".
"Não pode ser assim".
Ouvimos tantas frases desse tipo que acabamos por acreditar que não éramos bons o suficiente e que tínhamos que nos adequar a determinado padrão comportamental para corresponder às expectativas sociais.
Tudo começa com a família. É lá que é formada a base de nossa personalidade, é lá que começamos a costurar nossas máscaras. O pai e a mãe, ou as figuras parentais, são para as crianças como heróis, modelos a serem seguidos, ou temidos, a depender do tipo de criação. Os pais passam a ser nossa referência por boa parte da vida, quando não a vida inteira, se não houver uma conscientização, e são eles na maioria dos casos os semeadores destas sementes neuróticas na vida dos indivíduos. Depois o quadro se amplia e acabamos, inconscientemente, colocando outras figuras ali: o marido, a esposa, os filhos, o emprego, o círculo social, a sociedade...
Quando nos damos conta, a neurose já se instalou. Ficamos esgotados por termos que cumprir com tantas exigências e expectativas pois precisamos o tempo todo controlar nossas emoções e reais intenções para não decepcionarmos e criarmos desconforto para estas figuras que tanto tentamos impressionar ao longo de nossas vidas. Este tipo de padrão repetitivo faz com que nos afastemos cada vez mais de nós mesmos e muitas vezes percamos a referência de quem realmente somos.
Os consultórios de terapia, psicologia e psiquiatria estão cada vez mais cheios. Pessoas dos mais diferentes padrões sociais, econômicos e étnicos estão se tornando neuróticas. O índice de pessoas com depressão, síndrome do pânico, ansiedade e estresse sobe a cada dia. A escada das neuroses segue em ritmo ascendente e assustador.
Viver em função da máscara está deixando a humanidade doente. É como se fosse um vírus com alta capacidade de resistência, um vírus daqueles que fica incubado por longo período e quando finalmente se manifesta provoca uma reação avassaladora para o sistema imunológico.
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A agressividade e o caminho para o verdadeiro perdão!
Perguntaram
a Mahatma Gandhi se ele perdoava com frequência, e ele respondeu: "Não,
ninguém nunca me ofendeu".
As pessoas ficam enraivecidas, pois estão sempre prontas para se ofenderem. As
portas para as mágoas estão s
empre abertas e os alarmes de identificação estão
sempre ligados. As fronteiras do "eu" estão sempre muito bem
delineadas de forma que a fragmentação e a diferenciação do "eu" e do
"meu" é sempre exaltada enfatizando o sentimento de separação.
O isolamento notório é impulsionado por um anseio de autoproteção que esconde o
enorme medo de se machucar. E se a motivação é a prevenção (e prevenção
significa o ato de se antecipar às consequências de uma ação), a vibração
emitida, a mensagem enviada só pode ser uma: Medo. Medo de
ser magoado, invadido, desrespeitado, ridicularizado e etc.
Com esse medo sendo emitido a todo o instante essa predisposição às ofensas se
torna a tônica das vidas de muitas pessoas, e, dessa forma o perdão um patamar
difícil de ser acessado.
Pessoas que estão sempre prontas para agredir o próximo, que se ofendem com
qualquer comentário e/ ou ação são aquelas que estão mais sujeitas a atrair
tais coisas.
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OUTROS ARTIGOS:As pessoas ficam enraivecidas, pois estão sempre prontas para se ofenderem. As portas para as mágoas estão s
empre abertas e os alarmes de identificação estão sempre ligados. As fronteiras do "eu" estão sempre muito bem delineadas de forma que a fragmentação e a diferenciação do "eu" e do "meu" é sempre exaltada enfatizando o sentimento de separação.
O isolamento notório é impulsionado por um anseio de autoproteção que esconde o enorme medo de se machucar. E se a motivação é a prevenção (e prevenção significa o ato de se antecipar às consequências de uma ação), a vibração emitida, a mensagem enviada só pode ser uma: Medo. Medo de ser magoado, invadido, desrespeitado, ridicularizado e etc.
Com esse medo sendo emitido a todo o instante essa predisposição às ofensas se torna a tônica das vidas de muitas pessoas, e, dessa forma o perdão um patamar difícil de ser acessado.
Pessoas que estão sempre prontas para agredir o próximo, que se ofendem com qualquer comentário e/ ou ação são aquelas que estão mais sujeitas a atrair tais coisas.
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