Uma
sensação inquietante invade o meu ser, como se a vida tivesse urgência de algo.
O Tempo parece querer moldar-se a uma estrutura plástica, parece querer revelar
um código antigo, tocar uma desconhecida canção...
Percebo-lhe o cansaço de ocultar-se à margem de si mesmo perdido em abismos inavegáveis...
O Tempo cansou de ser senhor, cansou de ser impalpável e intangível, desistiu de sua coroa. Posso sentir-lhe o incômodo como se fosse o meu próprio.
E a vida tem pressa...
A vida tem pressa...
A vida tem pressa...

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