Realidades
dentro de realidades, jogos dentro de jogos, cascas e mais cascas...
Espirais
infinitas...
Será que isso não tem fim? Será que a própria vida não cansa de
suas incontáveis formas de expressão? Fiquei tonta só de imaginar-me
metamorfoseando em planta, animal, mineral, sol, planeta, galáxia, entre outras
formas que sequer conhecemos... Será que o instinto de sobrevivência está
registrado de forma enfática na menor das menores estruturas da matéria? De
modo que não importa de que forma, você continua impelido a existir...

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