Somente sem vestes
podes brilhar em tua essência,
Somente sem vestes
podes mostra-me tua inocência...
É assim que te
espero: Nua!
Somente sem máscara
podes enxergar minha face real,
Somente sem máscara
a metade pode ser inteira, total...
Farei de teu nu minha pintura,
Com barro nas mãos farei escultura,
E dançarei com formosura pra te
cantar...
Tu tocarás das alturas,
Notas doces, simples e nuas,
Flauta doce, suave cortejar...
Nos fundiremos assim,
Sem começo nem fim
Na transparência reluzente da divindade
Na integração da aparente dualidade;
Sem figurino, sem ator
Simplesmente AMOR
F. Luongo

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