Depois da batalha


Saindo do campo de batalha, do caos que não pude evitar...
Suada com as costas cansadas, de tanto peso carregar...
O tilintar das espadas ecoa em minha mente, cenas triste a lembrar...
Campo vazio, deserto e estéril, nenhuma semente a semear...


Nada a temer...
A quem recorrer?
E se o vento bater? 
Não tenho pra onde correr!
Melhor entregar...


Toque eletrizante, suspiro bufante de desanimar...
Em casa na estante, bilhete distante encontrado no mar...
Um marujo radiante, uma sereia brilhante a me convidar...
Pra um baile de debutante, onde o Amor a todo instante Há de IMPERAR!

Esperança refeita, bolo feito sem receita, voltei a me animar!
Encontrei gente perfeita, que me entende, me aceita, que sabe celebrar!


Corpo ereto, vibração pulsante
Brilho feito diamante 
Energia positiva no ar!


Coração aberto, olhar brilhante, 
me encanto a todo instante
Com essa arte de amar...

F. Luongo

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