Com tudo e sem
nada, entrega do coração
Me joguei ao vento
completamente
e o poder solar entrou em combustão
Perdi minha identidade
Misturei-me com a imensidão
Mas o Senhor que se diz dono da Verdade
Resolveu aparecer para uma reunião...
Quando vi sua face estremeci
Quis correr de seu julgamento
Mas encarei-o e senti
Que sem ele sou além de qualquer
pensamento
Os mecanismos programados desprendi
E rompi com suas prisões de cimento
Agora não há mas ninguém aqui
Silêncio, silêncio, silêncio...
F. Luongo

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